sexta-feira, 25 de julho de 2014

A  RAZÃO

Veja o que encontrar na Feicoop   2014

Massagem - Vilma Maria Dias, Geraldo Miranda Reis e Marta Honório de Jesus vieram da cidade de Belo Horizonte - Minas Gerais. É a primeira vez que participam do evento. O trio trouxe cadeiras e fazem  massagem nos visitantes. 25 minutos custam R$ 20. Reis e Marta são cegos. Ele há quatro anos e ela há 13. Os dois fizeram um curso de massoterapia em uma escola especializada para deficientes visuais, por dois anos. A massagem que estão aplicando abrange a cabeça, as costas, coxas, pernas e pés. “São os lugares do corpo com muita tensão e a massagem elimina o estresse e as dores musculares”, garante Geraldo Reis. (Fotos Juliano Mendes/A Razão)
Massagem – Vilma Maria Dias, Geraldo Miranda Reis e Marta Honório de Jesus vieram da cidade de Belo Horizonte – Minas Gerais. É a primeira vez que participam do evento. O trio trouxe cadeiras e fazem massagem nos visitantes. 25 minutos custam R$ 20. Reis e Marta são cegos. Ele há quatro anos e ela há 13. Os dois fizeram um curso de massoterapia em uma escola especializada para deficientes visuais, por dois anos. A massagem que estão aplicando abrange a cabeça, as costas, coxas, pernas e pés. “São os lugares do corpo com muita tensão e a massagem elimina o estresse e as dores musculares”, garante Geraldo Reis. (Fotos Juliano Mendes/A Razão)
Aerografia - Desenho é com ele mesmo. Alexsandro Rodrigues está no Rio Grande do Sul pela primeira vez. Ele veio do Rio de Janeiro – RJ e está gostando muito da feira. “Comecei até a tomar do chimarrão”,conta aos risos. Rodrigues conta que desenha desde os cinco anos. No seu dia-a-dia, trabalha no camelódromo da sua cidade fazendo caricaturas, pintura em camiseta, entre outras coisas. Para Santa Maria, trouxe a aerografia em camiseta - uma forma de arte e uma técnica de pintura e ilustração semelhante ao grafite, mas que utiliza aerógrafos para sua execução. Cada peça custa R$ 25.
Aerografia – Desenho é com ele mesmo. Alexsandro Rodrigues está no Rio Grande do Sul pela primeira vez. Ele veio do Rio de Janeiro – RJ e está gostando muito da feira. “Comecei até a tomar do chimarrão”,conta aos risos. Rodrigues conta que desenha desde os cinco anos. No seu dia-a-dia, trabalha no camelódromo da sua cidade fazendo caricaturas, pintura em camiseta, entre outras coisas. Para Santa Maria, trouxe a aerografia em camiseta – uma forma de arte e uma técnica de pintura e ilustração semelhante ao grafite, mas que utiliza aerógrafos para sua execução. Cada peça custa R$ 25.
Bijuteria - Você já ouviu falar em fibra do capim dourado? Não? Na Feicoop você poderá encontrar pulseiras, brincos, tiaras, terços e carteiras, todos produzidos com o material. Quem trouxe foi a Zeledir Vila Real Oliveira, de Porto Alegre. “Conheci e aprendi em Palma – Tocantins, quando morei lá, voltei para o Rio Grande do Sul e continuei fazendo”, ressalta. Di, como é conhecida, salienta que este trabalho é tudo para ela.
Bijuteria – Você já ouviu falar em fibra do capim dourado? Não? Na Feicoop você poderá encontrar pulseiras, brincos, tiaras, terços e carteiras, todos produzidos com o material. Quem trouxe foi a Zeledir Vila Real Oliveira, de Porto Alegre. “Conheci e aprendi em Palma – Tocantins, quando morei lá, voltei para o Rio Grande do Sul e continuei fazendo”, ressalta. Di, como é conhecida, salienta que este trabalho é tudo para ela.
Flor - João Kurtz e sua esposa Noemia produzem orquídeas. Há 15 anos que participam da Feicoop. Eles moram na Palma, 8º Distrito de Santa Maria. Ele comenta que a venda é razoável. “A planta é um pouco cara, mas quem leva para casa, tem ela todos os anos”, avalia. No estande do casal é possível encontrar orquídeas de R$ 15 a R$ 160. O grupo a que representam é o Novo Horizonte.
Flor – João Kurtz e sua esposa Noemia produzem orquídeas. Há 15 anos que participam da Feicoop. Eles moram na Palma, 8º Distrito de Santa Maria. Ele comenta que a venda é razoável. “A planta é um pouco cara, mas quem leva para casa, tem ela todos os anos”, avalia. No estande do casal é possível encontrar orquídeas de R$ 15 a R$ 160. O grupo a que representam é o Novo Horizonte.
Alimento - A agroindústria de derivados do leite “Mundo Novo”, de São Pedro do Sul, está participando pela terceira vez. Entre os produtos que trouxeram estão o queijo e o doce de leite. Entretanto, o carro-chefe da marca é o queijo, pois há diversos tipos, como o colonial, de iogurte, temperado e com vinho. De acordo com Jaison Kruse Essy, a expectativa de vendas é boa, já que, nos outros anos, ele vendeu praticamente tudo. Ele acrescenta que a empresa beneficia mais de 18 famílias em São Pedro do Sul.
Alimento – A agroindústria de derivados do leite “Mundo Novo”, de São Pedro do Sul, está participando pela terceira vez. Entre os produtos que trouxeram estão o queijo e o doce de leite. Entretanto, o carro-chefe da marca é o queijo, pois há diversos tipos, como o colonial, de iogurte, temperado e com vinho. De acordo com Jaison Kruse Essy, a expectativa de vendas é boa, já que, nos outros anos, ele vendeu praticamente tudo. Ele acrescenta que a empresa beneficia mais de 18 famílias em São Pedro do Sul.
Artesanato - Elaine Martins e Cândida dos Santos são de São Carlos, interior de São Paulo. Elas estão participando a Feicoop pela primeira vez. Junto com Elaine e Cândida vieram mais duas pessoas. Entre os artigos que trouxeram estão as toalhas, tapetes de crochê, mantas de tricô, lixeiras para carro, marca páginas, e diversos enfeites, todos artesanais. O nome do empreendimento do grupo se chama “Tasca – Talentos Artísticos de São Carlos”. Cândida conta que aprendeu a fazer crochê com sete anos.
Artesanato – Elaine Martins e Cândida dos Santos são de São Carlos, interior de São Paulo. Elas estão participando a Feicoop pela primeira vez. Junto com Elaine e Cândida vieram mais duas pessoas. Entre os artigos que trouxeram estão as toalhas, tapetes de crochê, mantas de tricô, lixeiras para carro, marca páginas, e diversos enfeites, todos artesanais. O nome do empreendimento do grupo se chama “Tasca – Talentos Artísticos de São Carlos”. Cândida conta que aprendeu a fazer crochê com sete anos.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Feicoop bate recorde de público: 240 mil pessoas visitaram a Feira em três dias de evento













Assessoria Feicoop


A 21ª Feira Internacional do Cooperativismo (Feicoop) e a 10ª Feira Latino Americana de Economia Solidária bateram recorde de público. Cerca de 240 mil pessoas visitaram o Centro de Referência em Economia Solidária Dom Ivo Lorscheiter em três dias de evento. O recorde anterior foi registrado ano passado, quando também foi realizado o 2º Fórum Mundial de Economia Solidária, com a presença de 200 mil pessoas.

O dado referente ao público foi divulgado pela Brigada Militar na cerimônia de encerramento da Feira. Além disso, nenhuma ocorrência policial foi registrada na Feicoop.
A irmã Lourdes Dill, coordenadora do Projeto Esperança/Cooesperança surpreendeu-se com os números da Brigada. “Esperávamos em torno de 200 mil pessoas, mas não 240 mil. Superou em muito a nossa expectativa. Esta foi a Feira com o maior conteúdo de reflexão, vide todos os seminários e debates que ocorreram. Este público recorde prova que a sociedade aprovou de fato a metodologia da Feira, sem ocorrência policial e sem comércio de bebidas alcóolicas”, analisou irmã Lourdes.
Nem bem a Feira encerrou e a religiosa já planeja eventos para os próximos anos. ” Que tal em 2018, no jubileu da Feira, realizarmos a 3ª edição do Fórum Mundial de Economia Solidária?”,questionou.
Os visitantes da Feicoop vieram de quatro continentes (África, Ásia, Europa e América do Sul) e de 20 países: Argentina, Brasil, Canadá, Chile, China, Colômbia, Equador, Espanha, Estados Unidos, França, Haiti, Hungria, Itália, México, Nicarágua, Paraguai, Peru, Portugal, Senegal e Uruguai. Houve também a presença de 27 Estados brasileiros, com 542 municípios representados.
No mutirão que compõe a organização da Feira participaram 65 equipes de trabalho, 250 entidades e 855 grupos expositores que representam 8.300 empreendimentos em rede. Foram expostos mais de 10 mil produtos entre: Agroindústria Familiar, artesanato, alimentação, hortifrutigranjeiros, plantas ornamentais e produtos de oito povos indígenas.
A Feicoop foi promovida e realizada pelo Projeto Esperança/Cooesperança, Arquidiocese de Santa Maria, Prefeitura Municipal de Santa Maria e Banco da Esperança. O patrocínio foi de Cáritas, Campanha da Fraternidade, BRDE, Sicredi, IRGA, Banrisul, Governo do Estado do Rio Grande do Sul, SUS, Anvisa, Sebrae, BNDES e Petrobrás.

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