terça-feira, 17 de junho de 2014

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Cadastro reúne entidades de Economia Solidária no país

Instituição do Cadsol faz parte do processo de implantação do Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário (SNCJS) no país
Brasília, 25/03/2014 – O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) publicou no Dário Oficial da União (DOU) dessa segunda-feira (24) a Portaria 373 instituindo o Cadastro Nacional de Empreendimentos Econômicos Solidários (CADSOL).
 
O objetivo do Cadastro - que dará publicidade aos empreendimentos econômicos solidários em atividade no país - é permitir aos empreendedores solidários o acesso às políticas públicas nacionais de economia solidária e demais políticas e a programas públicos de financiamento, crédito, aquisição e comercialização de produtos e serviços entre outras ações.
 
CADSOL - O Cadsol aproveitará a experiência adquirida pelo MTE na construção do Sistema Nacional de Informações em Economia Solidária (SIES) que agregado ao Cadsol permitirá a orientação das políticas públicas voltadas para os atores da Economia Solidaria no país. O Cadastro já se inicia contando com uma base de 19.847 empreendimentos econômicos solidários identificados pela SENAES. 
 
A instituição do Cadsol faz parte do processo de implantação do Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário (SNCJS) que vai fornecer um selo a ser utilizado nos produtos oriundos de empreendimentos solidários com certificação. O próximo passo é a publicação do Manual de Orientações, que regulamentará o procedimento entrada de novos empreendimentos no Cadsol.
 
Economia Solidária - É um jeito diferente de produzir, vender, comprar e trocar o que é preciso para viver em sistema de cooperação. Criada em 2003, a Secretaria Nacional de Economia Solidária SENAES/MTE implementa o Programa Economia Solidária e Desenvolvimento com o fim de divulgar e promover a Economia Solidária mediante políticas integradas que visam o desenvolvimento por meio da geração de trabalho e renda com inclusão social.
 
 
 
Assessoria de Comunicação/MTE
 
(61) 20312430 – acs@mte.gov.br
 

MTE publica portaria que institui o cadastro nacional dos EES - Unicafes

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quarta-feira, 4 de junho de 2014

SAUVE A SELEÇÃO BRSILEIRA ,  BRASIL O PAÍS DO FUTEBOL

O caso do paciente agredido por seguranças no Hospital de Trauma de Campina Grande será acompanhado pelo Ministério Público, de acordo com a promotora da saúde na cidade, Adriana Amorim. Segundo ela, o hospital não pode negar atendimento em caso do paciente estar sem documentos. “A identificação de usuários do SUS deve ser feita, mas em casos em que não há essa possibilidade, como emergência ou urgência, essa exigência não é cabida, uma vez que o importante no momento é salvar a vida do paciente”, esclarece.
Câmeras de segurança flagraram a agressão, que se estendeu a dois acompanhantes do paciente, que procurou a unidade sentindo dores na coluna. De acordo a vítima, ele estava sem documentos e, por isso, o atendimento foi negado. As imagens mostram o homem sendo arrancado da cadeira de rodas onde esperava atendimento e arrastado pelo chão para fora do hospital. Ainda é possível ver que os dois homens que o acompanhavam também foram agredidos e retirados do local. Veja o vídeo das agressões.
Para a promotora, primeiramente “se verifica a falta de respeito à dignidade humana e a falta de humanização no serviço de saúde, que deveria ser um princípio a ser observado de imediato”. Ela destaca que o tratamento correto deve começar na recepção da unidade, considernado que “ali começa o atendimento e ali mesmo deve haver o tratamento humanizado”.
O diretor do hospital, Geraldo Medeiros, condenou a reação dos seguranças no casos, mas argumenta que os pacientes estavam agressivos. “Essas pessoas chegaram visivelmente alteradas, com suspeitas inclusive de utilização de drogas, e já tinham agredido outras pessoas em outros hospitais da cidade e se dirigiram às atendentes dizendo impropérios”, diz. Segundo ele, “em um setor que a câmera não atinge, eles agrediram o segurança”. No entanto, ele avalia que “ada disso justifica esse tipo de atitude”. Um dos jovens, no entanto, garante: “não tínhamos bebido, não tínhamos usado drogas”.
Outros registros
Em outra ocorrência registrada nos últimos dias, um jovem deu queixa de três policiais militares que prestam serviço no mesmo hospital. Ele conta que foi agredido depois de pedir uma cadeira de rodas para a avó, que aguardava atendimento. “Batiam e falavam palavrão, mandado se calar, falando que quando eu chegasse na Central [de Polícia], eu ia apanhar mais”, disse. Segundo a irmã dele, a vítima tem problemas de dicção. “A revolta dele é com a falta de atenção com minha avó”, justifica.
Além desses casos, outras imagens mostraram um paciente que, depois de receber atendimento no chão da ala de emergência, é puxado pela roupa e um médico cirurgião brincando em uma cadeira giratória em horário de expediente. O diretor do hospital disse já ter conhecimento de todos os casos.
Três seguranças que atuavam no Hospital de Trauma foram afastados do cargo e dois suspensos. O médico que aparece nas imagens recebeu uma advertência, mas já voltou a atender. Os funcionários que aparecem nas imagens arrastando o paciente durante o atendimento ainda vão ser ouvidos pela direção, que vai instaurar uma nova sindicância pra investigar o caso.

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