sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Cinquenta deputados marcaram presença mas não votaram sobre mandato de Donadon


Ao todo, 405 dos 513 deputados votaram na sessão que decidiu manter o mandato de Natan Donadon - Foto: ailton de Freitas / Agência O Globo
Ao todo, 405 dos 513 deputados votaram na sessão que decidiu manter o mandato de Natan Donadon - ailton de Freitas / Agência O Globo
BRASÍLIA — Às 19h de quarta-feira, o painel da Câmara registrava presença de 459 deputados na Câmara, mas apenas 405 votaram e outros quatro se abstiveram no final da sessão. Dos 67 deputados do PT presentes na Câmara - o partido tem a maior bancada -, onze não votaram. Dos 66 do PMDB presentes, 7 não votaram.
Entre os 50 que marcaram presença e não votaram estão os condenados pelo mensalão Valdemar Costa Neto (PR-SP) e João Paulo Cunha (PT-SP). O líder do PSD, Eduardo Sciarra (PR), também não votou. O ex-presidente do Conselho de Ética da Câmara José Carlos Araújo (PSD-BA) também registrou presença mas não votou.
Nos maiores partidos de oposição, a renúncia ao voto foi menor: no DEM, dos 22 presentes na Casa, apenas quatro não votaram; dos 43 deputados do PSDB que marcaram presença apenas dois não votaram.
Os partidos passaram o dia justificando as ausências de seus parlamentares. O PSD deu uma resposta para cada um de seus ausentes. O partido diz que o painel não foi zerado quando começou a sessão de cassação e que permaneceu a marcação de presença feita durante o dia. "Muitos parlamentares registraram presença durante o dia e seguiram viagem antes das 20h30, horário em que a votação foi iniciada, para seus respectivos estados, afim de cumprir compromissos oficiais, previamente agendados", buscou justificar o PSD.
O líder Sciarra informou ter embarcado para São Paulo às 18h50, mas que se manifestou a favor da cassação de Donadon na sessão da CCJ, na semana passada. José Carlos Araújo disse que permaneceu na Câmara na quarta-feira, mas teve que se ausentar em função de uma cirurgia de sua esposa. Mas informou que votaria pela perda do mandato do colega.
Veja a lista dos 50 deputados que marcaram presença no plenário e não votaram no caso Donadon:

PARÁ
Beto Faro (PT)
Giovanni Queiroz (PDT)
José Priante (PP)
Lira Maia (DEM)
CEARÁ
Genecias Noronha (PMDB)
José Linhares (PMDB)
Vicente Arruda (PR)
PERNAMBUCO
Pedro Eugênio (PT)
BAHIA
Cláudio Cajado (DEM)
Edson Pimenta (PSD)
José Carlos Araújo (PSD)
Sérgio Brito (PSD)
MINAS GERAIS
Leonardo Quintão (PMDB)
Luiz Fernando Faria (PP)
Miguel Corrêa (PT)
Newton Cardoso (PMDB)
Odair Cunha (PT)
Renzo Braz (PP)
Toninho Pinheiro (PP)
ESPÍRITO SANTO
Iriny Lopes (PT)
Paulo Foletto (PSB)
RIO DE JANEIRO
Eurico Junior (PV)
Jandira Feghali (PCdoB)
SÃO PAULO
Abelardo Camarinha (PSB)
Arnaldo Jardim (PPS)
Beto Mansur (PP)
Carlos Roberto (PSDB)
Eli Correa Filho (DEM)
Gabriel Chalita (PMDB)
João Paulo Cunha (PT)
Jorge Tadeu Mudalen (DEM)
Marco Feliciano (PSC)
Paulo Maluf (PP)
Valdemar Costa Neto (PR)
Vicentinho (PT)
MATO GROSSO
Eliene Lima (PSD)
DISTRITO FEDERAL
Jacqueline Roriz (PMN)
GOIÁS
Marina Santanna (PT)
MATO GROSSO DO SUL
Biffi (PT)
PARANÁ
Andre Zacharow (PMDB)
Angelo Vanhoni (PT)
Eduardo Sciarra (PSD)
Nelson Padovani (PSC)
Marco Tebaldi (PSDB)
Pedro Uczai (PT)
RIO GRANDE DO SUL
Eliseu Padilha (PMDB)
Enio Bacci (PDT)
Giovani Cherini (PDT)
José Otavio Germano (PP)
Vilson Covatti (PP)


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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Procon-RJ encontra 264 kg de alimentos impróprios 

em restaurantes à quilo no Centro do Rio 
  
Na primeira ação da Operação PF (Prato Feito), realizada nesta segunda-feira, 19 de agosto, pela Secretaria do Estado de Proteção de Defesa do Consumidor (Seprocon), por meio do Procon-RJ, foram recolhidos mais de 264 kg de alimentos, entre vencidos, mal acondicionados e sem data de validade identificada. A Operação fiscalizou 21 restaurantes à quilo no Centro do Rio de Janeiro. 
  
No Graça Aranha Gourmet, na Avenida Graça Aranha, foram recolhidos e inutilizados 57 kg de alimentos. No Kilo Express e no Nitgrama, ambos na Rua Santa Luiza, foram mais de 40 kg. No Graça Aranha Gourmet havia 57 kg de alimentos, entre carnes, frango e queijo, sem a data de vencimento. No Nitgrama foram encontrados 46 kg e 500g de produtos que estavam sem a data de validade. Entre eles havia frango, contra filé e anchova. No Kilo Express foram 43kg e 300g de produtos sem o prazo de vencimento. Os produtos recolhidos em maior quantidade foram carne seca, carne picadinha e arroz. No Kilo Express também havia vários legumes cortados guardados no chão em bacias. 
  
"O desprezo de alguns restaurantes com os clientes no Rio é gritante. Parece que não se preocupam com a saúde dos consumidores e não acreditam na fiscalização", disse a secretária de Estado de Proteção de Defesa do Consumidor, Cidinha Campos. 
  
Apenas seis restaurantes vistoriados não apresentaram nenhum irregularidade: o Atelier, na Rua São Bento; o Zaratrusta, na Rua D. Geraldo; o Yakisoba Mix, na Rua Acre; além do Mariam, Monteiros e Biasibetti Grill, os três na Rua do Rosário. 
  
Balanço da Operação:  
  
Graça Aranha Gourmet (Avenida Graça Aranha): 57kg de frango, carnes e salmão sem prazo de validade determinado. 
  
Nitgrama (Rua Santa Luzia): 46kg e 500g de contra filé, frango, anchova, apresuntado, muçarela e massa folheada sem prazo de validade determinado. 
  
Kilo Express (Rua Santa Luzia): 42kg e 500g de carne, carne seca, arroz, medalhão de carne, apresuntado, champignon, além de 2 caixas de creme de leite e 1 caixa de leite condensado, sem prazo de validade determinado. Foram encontradas bacias com legumes cortados guardadas no chão. 
  
Espadeiro (Rua México): 34kg e 300g de frango, queijo e carnes sem prazo de validade determinado. 
  
Monchique Churrascaria (Rua Visconde de Inhaúma): 22kg e 500g de produtos vencidos, entre lombo e pão. 10kg de muçarela, bacon e champignon sem prazo de validade determinado. 
  
Confeitaria Itajaí (Rua Gonçalves Dias): 11kg de produtos vencidos, entre frango e carnes. 
  
Predilectum (Rua do Rosário): 7kg e 100g de produtos vencidos, entre orelha de porco, pavê e massa de pastel. 
  
Pilão de Pedra (Rua do Acre): 5kg e 500g de tempero e carne e frango picadinhos, além de 2 litros de ketchup, sem prazo de validade determinado. 2kg e 500g de produtos vencidos, entre carnes e massa de pastel. O restaurante não possui torneira de água quente na cozinha, o que é obrigatório por lei. 
  
Tempero do Rosário (Rua do Rosário): 5kg e 280g de arroz cozido, feijoada congelada, camarão, sushi e salmão com aspecto ruim e sem prazo de validade determinado. 
  
Max Sabores (Rua Theophilo Otoni): 4kg e 850g de presunto, muçarela e leite condensado sem prazo de validade determinado. 
  
Pasqualino (Avenida Rio Branco): 4kg e 750g de massas, queijo, língua e presunto sem prazo de validade determinado. 
  
Delight (Avenida Rio Branco): 3kg de queijo, frango e tomate seco sem prazo de validade determinado. 500g de produtos vencidos, entre frango e ricota. 
  
Liberta (Rua Theophilo Otoni): 1kg e 800g de presunto, língua, ovo de codorna sem prazo de validade determinado. 1kg e 600g de produtos vencidos, entre pimenta do reino e tempero para carne. 
  
Kiloquick (Rua Acre): 1kg e 500g de camarão e carne, além de 2 litros de molho de tomate, sem prazo de validade determinado. 6 latas com validade vencida, entre cerveja e água tônica. 
  
La Mole (Avenida Graça Aranha): 1kg e 560g de produtos vencidos, entre peito de peru e beterraba. 
  

sábado, 3 de agosto de 2013

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