sexta-feira, 26 de julho de 2013

Envolva-se para o Bem-Viver! Colabore com o FBES!

Envolva-se para o Bem-Viver! Colabore com o FBES!

Em vídeo exclusivo, deputado ensina a comprar votos e difamar adversário...

terça-feira, 23 de julho de 2013

Lançamento do Documento Final da V Plenária Nacional de Economia Solidária

Lançamento do Documento Final da V Plenária Nacional de Economia Solidária

200 mil pessoas visitaram a Feira Mundial de Economia Solidária, veja a carta final

200 mil pessoas visitaram a Feira Mundial de Economia Solidária, veja a carta final

Teia paulista 2013

Teia paulista 2013

10 anos do FBES envolve II Fórum Social Mundial de Economia Solidária

10 anos do FBES envolve II Fórum Social Mundial de Economia Solidária

Ministério da Cultura: Editais garantem R$ 6 milhões para empreendimentos criativos culturais

Ministério da Cultura: Editais garantem R$ 6 milhões para empreendimentos criativos culturais

domingo, 21 de julho de 2013

20a Feira do Cooperativismo de Santa Maria reúne movimentos sociais e reafirma os valores da ES
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15 de julho de 2013
por Alan Tygel, de Santa Maria
Cores, sabores, cheiros e movimentos. Comida, bebida, artesanato e luta. Brasil, America Latina e mundo. Foi essa a tônica durante os 4 dias da vigésima edição da Feira do Cooperativismo de Santa Maria, que terminou neste domingo (14) no Rio Grande do Sul. Mostrando que outro mundo é possível e outra economia já acontece, mais de 1000 empreendimentos expuseram seus produtos feitos através de processos de trabalho autogestionário. Sem patrão nem empregado, mostram que a construção de um novo paradigma passa necessariamente por uma reformulação do mundo do trabalho.
Este foi um ano especial para a feira de Santa Maria. Além de comemorar 20 anos de existência, o evento marcou ainda 10 anos do Fórum Brasileiro de Economia Solidária e da Secretaria Nacional de Economia Solidária, ligada ao Ministério do Trabalho. De acordo com os organizadores da feira, mais de 200.000 pessoas passaram pelo pavilhão, vindas de 27 países. Do Brasil, houve representação dos 26 estado e do DF, com 530 municípios presentes. Movimentos sociais indígenas, quilombolas, feministas, sem-terra e sem-teto estiveram no evento mostrando os frutos de sua l
Os jovens organizados no Levante Popular da Juventude também fizeram seu tradicional acampamento, que já acontece na feira há nove anos. Caio Paulista, um dos coordenadores, ressalta a importância das trocas de experiência que a feira proporciona. Neste ano, houve um recorde de participação: 600 jovens de todo o estado do RS vieram a Santa Maria para o evento:
- A feira é uma miniatura do mundo que queremos construir, do jeito que a gente quer que as nossas relações de troca se estabeleçam na sociedade que na sociedade socialista. O Levante se espelha muito na economia solidária porque eles estão alguns passos adiante na consolidação do projeto que eles também defendem, que é o mesmo projeto que a gente. Talvez por caminhos diferentes, mas é o mesmo projeto, e a gente quer chegar no mesmo lugar. Então acho que essa troca é fundamental: o levante consegue trazer a animação, eles trazem a experiência da organização da economia num outro formato diferente da do capital.
A agricultura familiar e a produção agroindustrial do MST também marcaram presença forte na Feira de Santa Maria. Das 23 regiões em que o movimento se organiza no RS, 5 estiveram presentes na feira, trazendo grãos, derivados de leite, doces, erva-mate, entre outros. Para Roberto, filho de assentados e trabalhador da cooperativa do MST em Tupanciretã (oeste do RS), a feira representa uma grande vitrine para o movimento:
- Além de divulgar nossa luta, é um momento de abrir novos mercados. Nossa cooperativa está industrializando o leite, mas Tupanciretã não é um grande centro consumidor. Por isso é importante botarmos os nossos produtos, que são conquistas da luta, na vitrine.
O Rio Grande do Sul possui cerca de 15.000 famílias assentadas, algumas já há 30 anos. O estado tem poucas famílias acampadas, cerca de 700, e há poucos dias realizou uma ocupação na fazenda Palermo, em São Borja, fronteira oeste. Roberto comemora o momento que o país vive:
- Quando tem povo politizado nas ruas, a transformação acontece. Hoje temos um governo que há anos atrás estava nas ruas, e hoje está no governo e não conseguiu fazer as transformações necessárias. Com o povo na rua, podemos acelerar esse processo. Mas a massa precisa caminhar para um lugar só. O movimento não é movimento se não tiver povo na rua.
Além do artesanato e da agricultura familiar, chamou a atenção a presença de bancos comunitários e clubes de troca. Vistos como alternativa ao uso do dinheiro corrente, e como forma de desenvolvimento local, esse movimento já conta com 81 moedas organizadas pelo Brasil. De acordo com Solange Mânica, do Banco Mate, as trocas remetem aos primórdios da humanidade quando não existia moeda e as pessoas viviam do escambo.
- Aqui a gente não envolve dinheiro. Fazemos tudo com o Mate, que é a moeda social. As pessoas trazem seus produtos aqui para a banca, a gente estipula um valor, por exemplo R$10. Então a gente dá 10 mates para poder trocar na banca e você ter um produto e vai trocar por outros. O Mate já existe há 9 anos, e as trocas funcionam em várias cidades do RS.
XX Feira do Cooperativismo de Santa MariaA 20a Feira de Santa Maria também foi um momento especial para o Fórum Brasileiro de Economia Solidária. No ano em que completou 10 anos de existência, a avaliação é de que a falta de um marco legal ainda é um dos principais entraves ao desenvolvimento desta forma fazer economia com base na autogestão. Katiúcia Gonçalves, do empreendimento Misturando Arte, participa dos Fóruns Gaúcho e Brasileiro de Economia Solidária. Para ela, a feira é um momento de muito importante para o movimento:
- Para nós, é um momento de encontro. Até julho, todos os fóruns estão se mobilizaram para trazer suas caravanas, mostrar seus produtos, participar do debates, e ajudar a construir essa outra economia que a gente já vem fazendo na nossa base. Então é um momento de muito aprendizado e de integração do movimento.
Ela destaca ainda o sentido que a economia solidária assume no contexto das crises atuais: “A economia solidária representa uma estratégia de desenvolvimento econômico, que mobiliza a grande massa e faz com que ela perceba que ela é o ator principal do processo produtivo. Ela faz com que o trabalhador se empodere na atividade de produção. Ela é o que o mundo precisa hoje: respeito às pessoas, ao meio ambiente, e o ser humano no centro do trabalho.
O encontro aprovou ainda uma moção de apoio à ANVISA para que leve adiante uma resolução que simplifique o processo de vigilância sanitária. De acordo com a nota, “esta iniciativa busca diferenciar, harmonizar e simplificar o cadastro e licenciamento, bem como isentar as taxas de registro de produtos e serviços dos Empreendimentos Econômicos Solidários. Esta iniciativa responde a uma necessidade dos grupos produtivos com práticas coletivas, que sofrem penalidades frente ao sistema de fiscalização que não as diferencia das grandes industrias e demais formas produtivas que não preservam a vida e não valorizam os/as trabalhadoras/es.” Veja a moção na íntegra.
A carta final do encontro reafirmou o sentido da economia solidária como projeto político em construção, que “valoriza o trabalho sobre o capital; democratiza as relações sociais; emancipa as pessoas de suas condições de opressão; transforma as relações políticas, econômicas, sociais e culturais, baseadas em valores como solidaridade, reciprocidadade e cooperação para o bem viver dos povos.” Veja a íntegra da carta.
Coordenação Nacional do FBES faz reunião em Santa Maria
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19 de julho de 2013
Por Secretaria Executiva do FBES
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Ocorreu dia 12 de julho, durante o II Fórum Social Mundial de Economia Solidária, em Santa Maria - RS, a XI Reunião da Coordenação Nacional do FBES, com a participação de representantes dos estados, debatendo pautas sobre a atualização da Coordenação Executiva e Nacional, representantes pelo FBES de empreendimentos de economia solidária para o Conselho Nacional de Economia Solidária e aprofundando o debate sobre as Coordenações Macrorregionais.
A reunião teve início com uma emocionante mística de acolhida organizada por Ana Lourdes e Reginaldo Figueiredo, da rede cearense de economia popular e solidária.
Na sequência Sebastiana Almire fez uma apresentação sobre a estrutura do FBES e pautas a serem debatidas, seguindo com debate dos/as coordneadores/as por regiões.
Ao final da reunião, o encaminhamento geral é de que até 30 de setembro todos os fóruns estaduais precisam enviar suas posições sobre a representação de Coordenação Executiva e Nacional do FBES, Conselho Nacional de Economia Solidária e atualização sobre as entidades atuantes, com as respectivas atas e listas de presença de reunião de cada fórum estadual de economia solidária.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Terminou na noite deste domingo, 14 de julho, o 2º Fórum Social, 2ª Feira Mundial de Economia Solidária e 20ª Feicoop. Os eventos realizados no Centro de Referência em Economia Solidária Dom Ivo Lorscheiter, em Santa Maria-RS, tiveram início na quinta-feira, 11, e receberam cerca de 200 mil visitantes - segundo dados Briga Militar.
Veja abaixo a carta final do evento.
Conforme o capitão Henrique, 84 policiais militares foram deslocados para os eventos e nenhuma ocorrência foi registrada.
De acordo com dados atualizados pelo Projeto Esperança/Cooesperança, promotor dos eventos, 27 países estiveram representados na Feira: África do Sul, Alemanha, Argentina, Brasil, Bolívia, Canadá, Chile, Colômbia, Cuba, El Salvador, Espanha, Estados Unidos, Equador, França, Filipinas, Hungria, Itália, Marrocos, México, Nicarágua, Paraguai, Peru, Portugal, República Tcheca, Senegal, Suíça e Uruguai.
Todos os estados brasileiros enviaram representantes, num total de 530 municípios. Mais de mil empreendimentos de Economia Solidária estiveram presentes, oferecendo mais de 10 mil variedades de produtos e serviços.
Na cerimônia de encerramento, realizada na Praça de Alimentação, os realizadores da e os expositores da Feira foram homenageados. Destaque para os representantes dos estados do Piauí e Rio de Janeiro, e de Argentina, Uruguai, México e Chile, que estavam presentes na solenidade final.
O presidente da Associação dos Familiares de Vítimas e Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria (AVTSM), Adherbal Ferreira, também compareceu e falou sobre o apoio que os pais receberam durante a Feira.
- Temos 242 vítimas do consumismo e da ganância. Vocês conversaram com os familiares, vocês têm ideia do que nós temos enfrentado. Esta luta não é apenas dos pais, é de vocês também, para deixarmos algo para as novas gerações - argumentou Ferreira.
A irmã Lourdes Dill, coordenadora do Projeto Esperança/Cooesperança, reafirmou o apoio à AVTSM e também destacou os dois anos de preparação ao Fórum.
- Desde 2011, estamos planejando estes eventos. Agora, o Fórum deixa Santa Maria e parte para outro país. Já a Feicoop volta a ser realizada na cidade no ano que vem, entre os dias 18 e 20 de julho - projeta a irmã.
Em 2014, a religiosa prometeu que serão realizados encontros de formação para os empreendimentos em horários alternativos à Feira. O objetivo é sempre promover mais conhecimento sobre Economia Solidária.
Ao final da cerimônia, foi lida a Carta da 20ª Feicoop (em anexo). O arcebispo de Santa Maria, Dom Hélio Adelar Rubert, deu a benção da boa viagem, selando o final dos eventos de Economia Solidária.
A Feira teve o patrocínio de Sebrae, BNDES, Petrobrás, Sesampe do Governo Estadual, ANVISA, e Senaes/MTE/Governo Federal.
Mais notícias da Feira em: https://www.facebook.com/FeiraMundialdeEcoSol





















Carta Final do II FÓRUM SOCIAL MUNDIAL DE ECONOMIA SOLIDÁRIA II FEIRA MUNDIAL DE ECONOMIA SOLIDÁRIA 20ª FEICOOP

Um outro mundo é possível.  Uma outra economia já acontece
Do coração Latino Americano, no Brasil, Rio Grande do Sul, cidade de Santa Maria, no período de 11 a 14 de julho de 2013, sentimos o soprar de um vento novo, carregado de história, sentido e esperança. É energia que transborda:
- dos frutos da terra, do alimento ecológico saudável, das plantas medicinais, que nutrem, curam e fortalecem.
- do trabalho criativo e inovador de mulheres e homens...trabalho este que contribui para recriar a vida, o belo, a arte... de algo que um dia foi simplemente resíduo.
- dos processos formativos, reuniões de grupos, equipes, debates, plenárias...que potencializaram o exercício da democracia participativa.
- da arte, música, dança e momentos vivenciais que possibitam sentir o pulsar de algo novo, que nos faz pertencentes de um desejo comum: a construção de outro modelo de desenvolvimento, solidário e sustentável.
No ano em que comemoramos os 20 anos da FEICOOP, 10 anos do Fórum Brasileiro de Economia Solidária, 10 anos da Rede de Educação Cidadã (RECID), 30 anos de trabalho da Cáritas Brasileira, na área da Economia Solidária, 10 anos da Secretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES), 16 anos da Rede Intercontinental de Promoção da Economia Social Solidária (RIPESS) queremos relembrar um pouco dessa história e (re)afirmar compromissos que possibilitem multiplicar vidas, lutas e sonhos.
Participaram deste processo 200 mil pessoas, vindas dos cinco continentes, de 27 países: África do Sul, Alemanha, Argentina, Brasil, Bolívia, Canadá, Chile, Colômbia, Cuba, El Salvador, Espanha, Estados Unidos, Equador, França, Filipinas, Hungria, Itália, Marrocos, México, Nicarágua, Paraguai, Peru, Portugal, República Tcheca, Senegal, Suiça e Uruguai. Houve a presença de 27 Estados Brasileiros, com 530 municípios representados. Neste mutirão participaram mais de 1.000 empreendimentos expositores, organizados através da agroindústria, da agricultura familiar, da alimentação, da saúde, do artesanato, da confecção, dos fundos rotativos, dos bancos comunitários, dos grupos de consumidores, que trouxeram mais de 10.000 variedades de produtos e serviços.
Destaca-se a diversidade dos povos quilombolas e indígenas, o movimento de mulheres, juventudes e movimento negro e o esforço de organização e presença de caravanas internacionais e nacionais. A presença de universidades, gestores públicos, entidades, movimentos sociais, pastorais, sindicatos, cooperativas, ONGS, Cáritas, Dioceses, Arquidioceses, escolas e da imprensa. Testemunhamos, no processo de preparação e realização do II Fórum e Feira Mundial de Economia Solidária e 20ª FEICOOP o trabalho autogestionário feito em mutirão através de dezenas de equipes de trabalho em Santa Maria, em diferentes regiões do Estado do Rio Grande do Sul, do Brasil e em vários países. Destaca-se também o empenho de mulheres e homens que contribuíram como facilitadores, tradutores, relatores, sistematizadores dos momentos de grupos e plenárias. Fica a certeza de que as diferenças e o trabalho coletivo nos fortalece num projeto comum.
Ao longo desses dias, através da realização de oficinas, reuniões, plenárias, seminários e do acampanhamento da juventude, reafirmamos que Economia Solidária constitui-se como projeto político em construção que: valoriza o trabalho sobre o capital; democratiza as relações sociais; emancipa as pessoas de suas condições de opressão; transforma as relações políticas, econômicas, sociais e culturais, baseadas em valores como solidaridade, reciprocidadade e cooperação para o bem viver dos povos. Os temas debatidos tiveram como ponto de convergência três eixos principais:
1) Marco Legal: Torna-se urgente identificar os atores da economia solidária a fim de viabilizar um marco regulatório adequado à diversidade do movimento. Entendemos que é necessário incidir para que não haja um trato discriminatório na constituição legal, regulação e difussão dos empreendimentos solidários. Assim, o marco legal deve possibilitar avançar no direito coletivo sobre os meios de produção como: capital, trabalho e tecnologia.
2) Consumo Responsável: Constitui-se como elemento fundamental para a consolidação da Economia Solidária. Implica a articulação entre produtor e consumidor e o desenvolvimento de tecnologias sociais. Exige um consumo inclusivo, em harmonia com a saúde e meio ambiente, buscando a comercialização com preços justos. Os processos formativos são fundamentais para a construção de outra cultura de consumo. Também é importante o desenvolvimento de políticas públicas, com efetivo investimento do Estado, que potencializem iniciativas de Economia solidária na área da produção, comercialização e fomento ao consumo solidário. 3) Organização do Movimento de Economia Solidária: Considerando a riqueza da diversidade dos movimentos que integram a economia solidária reconhecemos que é necessário atuar em rede, valorizando os saberes e experiências de cada movimento.
A comunicação se constitui como estratégia importante para avançar nesta perspectiva. Assim, é necessário criar meios de comunicação alternativos, onde as informações não sejam tratadas como mercadorias. Também é fundamental o desenvolvimento de ações intersetoriais em cada território, articulando o rural e o urbano, a teoria e a prática, valores, culturas e saberes. Entre os diálogos importantes destaca-se a construção da normativa sobre inclusão produtiva com segurança sanitária. Trata-se de uma ação que se propõe a responder às especificidades de produção dos empreendimentos de economia solidária. O diálogo resultou numa moção de apoio à ANVISA, qual encaminhamos em anexo.
O II Fórum e Feira Mundial de Economia Solidária e a 20ª FEICOOP foi o encontro de diversos povos, onde pudemos ver, tocar e sentir as inúmeras iniciativas que constróem um mundo melhor. Retornamos para as nossas casas com o coração abastecido de solidariedade e cooperação, na certeza que somos uma rede de pessoas responsáveis pela semente do bem viver.






  

terça-feira, 16 de julho de 2013

“A sociedade não é só capitalismo”

Feira do cooperativismo atrai e encanta o público

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Jota Quest - O Sol (Video Clipe)

Mineira de Cataguases, Maria Inês Pandeló Cerqueira, chegou a Barra Mansa, interior do estado do Rio de Janeiro, em 1974, com 14 anos de idade. A trajetória política da deputada estadual Inês Pandeló está ligada a construção do Partido dos Trabalhadores, através da militância nos movimentos sindicais, social e comunitário e da participação nas Comunidades Eclesiais de Base – CEBs. Fundadora do PT- Barra Mansa, foi vereadora e prefeita do município e cumpre o terceiro mandato de deputada estadual. Foi líder da Bancada PT na Alerj cinco vezes e hoje passou a ser referência política dentro do partido em todo estado. Inês prioriza sua atuação na defesa dos direitos da mulher, no desenvolvimento regional sustentável e do meio ambiente e da cultura. Questões como educação, segurança pública e cidadania foram incorporadas ao seu trabalho.

Formada em jornalismo e pós-graduada em História Social, Inês Pandeló tem atuação destaca na Defesa dos Direitos das Mulheres, como nas questões ligadas a violência doméstica, apoio efetivo a aplicação da Lei Maria Penha e no combate à mortalidade materna (organizou duas campanhas de âmbito estadual de combate à violência contra a mulher e de morte materna). Ela também promove debates para uma maior inclusão da mulher no mercado de trabalho e nos espaços de poder e decisão. Inês está há sete anos a frente da presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher (CDDM) da Alerj. Além disso, é vice-presidente das Comissões de Constituição e Justiça e de Cultura e membro das Comissões de Educação e de Assuntos da Criança, Adolescente edo Idoso.

Na presidência da CDDM, priorizou ações visando garantir uma vida sem violência para todas as mulheres, instituiu o Diploma Mulher Cidadã Leolinda de Figueiredo Daltro que homenageia mulheres que se destacam em trabalhos prestados nas questões de gênero, reativou o SOS Mulher da Alerj – 0800.2820.119 – número onde a mulher pode, além denunciar casos de violência, tirar dúvidas sobre questões trabalhista, entre outras. A deputada é autora de inúmeras leis de atenção à mulher vítima de violência e à saúde feminina.

Atualmente, Inês está engajada no fortalecimento da economia solidária no estado com atenção especial ao movimento de mulheres do setor. Ela vem promovendo encontros com grupos de mulheres da economia solidária visando não só o fortalecimento do setor como também a implantação das leis 5315/2008 e 5872/2011, da qual é autora, que cria o Conselho Estadual da Economia Solidária e o Programa de Fomento a Economia Solidária, reivindicações da categoria. Esse conselho viabilizará a criação de um fundo para o crescimento do setor no Estado e para a criação de políticas públicas.

Inês também trabalha para a recuperação da bacia rio Paraíba do Sul e da Mata Atlântica; para a realização de obras de saneamento básico, através do Programa de Aceleração do Crescimento, do Governo Federal, o fornecimento de vales-transportes a todos os servidores da administração direta do Estado, entre outros.


Endereço para contato: Rua Dom Manuel, s/nº - Centro
Cep: 20.010-090
Gabinete número: 202
Andar: 2º
Telefone: +55(21)2588-1241
 
   
 
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BANCO DE DADOS DA ALERJ.
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